Orientação em moradia para idosos

A moradia de quem envelhece, decidida em família

Para quem precisa decidir onde vai viver um idoso da família.

Em que acreditamos

«A casa mais adequada é aquela que a própria pessoa idosa ajudou a escolher.»

Ideia com que abrimos cada conversa

Mudar na velhice mexe com rotina, vizinhança e recordações. Se a escolha fica só com os filhos, a adaptação costuma ser mais pesada. Por isso a voz do idoso vem primeiro, as visitas são feitas em conjunto e a comparação segue critérios claros.

Quem vai morar fala

O que o idoso deseja e teme faz parte do perfil desde o início.

Ver antes de decidir

Nenhuma decisão é tomada sem conhecer a casa ao vivo.

Critério claro

Comparamos pelo que pesa para a família, não pela primeira impressão.

Ao seu lado com vocês em cada visita
Foto: jardim e varanda de um residencial
Nossa história

Como uma mudança em família virou consultoria

Começamos a partir de algo que acontece com frequência: uma família obrigada a escolher um residencial com pressa, sem saber o que observar nas visitas nem como pôr as casas lado a lado.

Em seguida, amigos e vizinhos chegaram com a mesma pergunta. Não precisavam de uma lista de endereços, e sim de alguém que ouvisse o idoso, organizasse critérios e fosse junto às casas.

Foi assim que chegamos ao nosso método: conversa com a família, perfil anotado, seleção das casas, visitas lado a lado, comparativo e apoio na mudança.

Atendemos Sorocaba e cidades próximas, como Votorantim, Itu e Salto, em encontros presenciais ou online. Também indicamos cuidadores e orientamos a adaptação da casa.

Tudo explicado antesAntes de qualquer visita, apresentamos cada tipo de moradia e cada passo.
O idoso vem primeiroQuem vai morar está presente nas conversas e nas visitas, sempre que puder e desejar.
Conversa de retornoNas primeiras semanas depois da mudança, voltamos para ajustar o necessário.
Tudo anotadoO perfil, as anotações das visitas e o quadro comparativo ficam à disposição de toda a família.
Quem já foi atendido

Relatos de quem passou por isso

Filhos, netos e moradores contam como foi. Cada relato é publicado com autorização de quem o escreveu.

Tínhamos uma lista de casas e nenhum jeito de escolher. Da primeira conversa saímos com o perfil da minha avó bem definido.

Juliana S.
neta de moradora, Salto

Pensava que meus filhos iam resolver tudo. A consultora me perguntou primeiro o que eu queria, e isso mudou a conversa.

Osvaldo P.
morador de residencial, Éden

Ter alguém de fora lendo o contrato do residencial conosco trouxe calma para assinar.

Lúcia A.
filha de moradora, Araçoiaba da Serra

Tudo começa com uma conversa com a sua família

Numa conversa com um consultor, entendemos a situação, ouvimos o que o idoso quer e o prazo da família. Daí vem o próximo passo.